Rapel no Rio: Desbravando o Esqueleto Tourist Hotel

Que tal passear e conhecer o Rio de Janeiro além do famoso Cristo Redentor e Pão de Açúcar? E ainda colocar uma bela pitada de adrenalina? 🙂

Já fui algumas vezes no Rio, de férias com a família, para correr e visitar amigos, mas sempre fazia aqueles passeios turísticos de praxe – lindos, porém sempre na mesmice de todos irem para o mesmo lugar –  e nunca sabia o que fazer para sair do óbvio – até conhecer a dupla de profissionais aventureiros Desbravando o Rio.

O objetivo da minha ida em terras cariocas já era para algo diferente, correr a Nike Woman Victory Tour – evento da Nike que acontece pelo mundo afora e desembarcou esta edição no Brasil – mas queria algo além disso, já que ficaria por 6 dias na cidade maravilhosa. Fechei com o Luiz Gama um dia de Rapel no Rio em um lugar inesperado: o Esqueleto Tourist Hotel.

O hotel fica no meio do mato, nessa seta! Imagem: Google
O hotel fica no meio do mato, nessa seta! Imagem: Google

No meio da floresta, parece um hotel fantasma que assombra a vizinhança de São Conrado há 44 anos. Erguido em área protegida de Mata Atlântica, na Estrada das Canoas, o prédio começou a ser construído em 1953, mas teve suas obras interrompidas em março de 1972. Desde então, o espaço abandonado virou abrigo de moradores de rua, refúgio de bandidos e até esconderijo de armas roubadas do Exército. E lá estava eu, neste lugar abandonado que mais parecia ter saído de um filme americano. Mas lá estava seguro pois havia policiamento frequente então tá bem seguro! 🙂

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A aventura já começa para chegar no topo do local: tem que ter muita disposição para subir os 16 andares, 272 degraus e 70 metros de altura em meio a escombros. Mas quando chega na cobertura do prédio, a recompensa é uma das mais belas vistas do Rio!

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No rapel, o praticante desse esporte fica pendurado em uma corda com um freio que controla a velocidade de queda. Quando o rapelista quer parar de descer, ele prende a corda no freio – uma simples peça metálica em forma de 8 – e vai baixando numa boa. Fora isso, o equipamento básico é o mesmo do alpinismo: corda, mosquetão, cadeirinha, luva e capacete.

Eu ainda me aventurei mais ainda quado resolvi ficar de cabeça pra baixo, suspensa a mais de 50 metros de altura! hahaha, tomara que minha mãe não veja este post, ou ela vai ter um ataque! 🙂

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Lembando que o rapel deve ser aprendido em condições controladas, sob a supervisão de um especialista e, antes de ser realizado de forma autônoma, deve ser praticado repetidas vezes para que o praticante ganhe a confiança necessária”, alerta o instrutor. Eu fui com a minha parceira e mais nova amiga Natália Kreuser e ela caiu na aventura comigo! 🙂

Indico o pessoal do Desbravando o Rio, eles tem uma vasta agenda de aventuras radicais no Facebook: www.facebook.com/desbravandorio/events e diversas fotos iradas no instagram

Para agendar com eles, só mandar um whats app ou ligar no (21) 98097.3419

Super recomendo as aventuras e principalmente conhecer o Rio de uma forma diferente!

Beijos,

Camila.

MissFit

Analista de Sistemas por formação. Miss por paixão. Ecdemomaníaca, já pisou em 4 países num único dia. Descobriu sua paixão pelo mundo da endorfina e agora a sua missão é ajudar a transformar a sua vida com energia!

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