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Você conhece a evolução do clareamento dental?

Uma das tendências de beleza que tem sido cada vez mais populares entre os brasileiros é a conquista de um sorriso perfeito e dentes brilhantes, como das propagandas. Assim, o clareamento dental tem sido um dos tratamentos mais procurados nos consultórios.

No entanto, esse procedimento, que hoje é tido como uma intervenção predominantemente estética, já existe desde o século XIX e, na época, era realizado como forma de manter a saúde das gengivas e dos dentes.

Isso porque, com a recém-criação do aparelho ortodôntico, os profissionais dentistas estavam determinados em encontrar maneiras eficientes de combater as inflamações gengivais e as doenças que poderiam ser originadas com o acúmulo de bactérias.

Assim, uma das soluções encontradas foi a utilização de um composto à base de peróxido de hidrogênio, que se dissocia liberando água e oxigênio.

Esta técnica auxilia na eliminação dos microrganismos que prejudicavam as gengivas e ainda cicatrizava os tecidos danificados.

Até que, por volta de 1895, Westlake descobriu que a combinação de pirosona (dióxido de hidrogênio), peróxido de hidrogênio e a utilização de uma lâmpada aquecida ou corrente elétrica, ajudava a acelerar a reação de liberação do oxigênio.

Esse procedimento criado por Westlake acabava fazendo com que os dentes ficassem mais claros.  

Desde então, seja como parte do preparo para a aplicação da faceta dental ou forma de combater o escurecimento causado pelo tempo, esses procedimentos ainda são bastante recorridos por dentistas e pacientes para conquistar um sorriso mais bonito e harmônico.

 

Para quem o clareamento dental é indicado?

Seja em decorrência de maus hábitos – como o tabagismo –, como consequência do consumo de alimentos pigmentados ou ainda, como efeito de uma higienização bucal inadequada, o amarelamento dos dentes é uma situação que acontece frequentemente.

O lado bom é que o clareamento dental é um procedimento que, além de ser bastante acessível, não apresenta muitos empecilhos para os pacientes. 

Assim, desde que as pessoas tenham uma boa saúde bucal, não possuam doenças ativas – como cáries ou periodontites – e não tenham implante dental, o clareamento pode ser feito sem problemas.

No entanto, é preciso destacar que este tipo de intervenção dental não é recomendado para pessoas que estejam:

  • No primeiro ou último trimestre de gestação;
  • Sofrendo com sensibilidade dental;
  • Com restaurações danificadas;
  • Com manchas decorrentes de antibióticos a base de tetraciclina;
  • Tenham alergias aos componentes da fórmula clareadora.

Nestes casos, os pacientes devem recorrer a outras maneiras de solucionar o escurecimento do sorriso, como o uso de implante de dente, por exemplo. 

No entanto, quem deve sempre indicar e realizar os tratamentos ideais é um profissional da área.

 

Como o processo de branqueamento dentário é realizado atualmente?

Ainda que as substâncias utilizadas lá no surgimento dessa intervenção ainda sejam populares quase 100 anos depois, muita coisa mudou na odontologia e na dentística, fazendo com que a forma com que os procedimentos são realizados tenha sido atualizada.

Hoje em dia, existem diversas formas de realizar o branqueamento dos dentes, mas normalmente todas essas opções vão depender de um gel clareador – à base de peróxido de hidrogênio ou carbamida – e uso de uma moldeira feita sob medida para cada paciente.

Desta forma, os dentistas podem indicar diferentes tipos de clareamentos que podem ser utilizados, como:

  1. Caseiro

Este é o método mais conhecido e realizado, pois é também o que proporciona resultados mais efetivos e duradouros.

O processo é feito completamente pelo paciente, com o auxílio do gel clareador designado pelo dentista – que possui uma concentração específica para cada paciente – e com a moldeira de silicone.

Normalmente é recomendado o uso desses produtos todas as noites por, entre 30 minutos a 4 horas – dependendo do tipo de gel utilizado –, durante três semanas.

Ao fim de cada semana é necessário uma consulta com o dentista para que ele certifique a integridade dos dentes e a efetividade do procedimento.

  1. Consultório

Esta metodologia é semelhante com o caseiro, mas é recomendado para quem deseja aplicar a facetas de resina, pacientes que têm sensibilidade nas gengivas ou que desejam realizar tratamentos mais rápidos utilizando concentrações mais elevadas do produto.

Neste caso, os dentistas vão recorrer a um produto que protege as gengivas em conjunto com a moldeira de silicone. O produto ficará agindo no dente por aproximadamente 1 hora e o tratamento pode ser finalizado em apenas 4 sessões.

  1. Laser ou luz ultravioleta

Todos os clareamentos que utilizam algum tipo de luz como forma de agilizar as reações químicas devem ser feitos em consultório, com a supervisão direta de um profissional competente.

Isso porque, essa iluminação visa aumentar a permeabilidade do produto na estrutura dental. Assim, o componente químico pode atingir as camadas mais internas do esmalte dentário e os locais de mais difícil acesso.

Esse clareamento pode ser finalizado em apenas três sessões e é ideal para quem acabou de terminar o tratamento ortodôntico com o uso do aparelho de porcelana ou para quem deseja colocar a lente de contato dental.

Conteúdo desenvolvido pela equipe do Status Fit Center, blog criado com o intuito de melhorar a saúde e o bem-estar por meio de conteúdos que reforçam a importância dos cuidados regulares.

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